Concurso TRT-23: Tribunal pode autorizar novo concurso
Sessão do Tribunal Pleno marcada para o dia 24 de julho analisará a autorização do concurso, enquanto os preparativos administrativos seguem avançando com a formação de grupos responsáveis pelo planejamento.

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O cenário para quem sonha com uma vaga na Justiça do Trabalho ganhou novos capítulos nos últimos dias. O Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23), com jurisdição em todo o estado de Mato Grosso, passou a concentrar uma sequência de atos administrativos que reforçam a preparação para um novo concurso público destinado ao provimento de cargos efetivos e formação de cadastro de reserva.
Embora o edital ainda não tenha sido autorizado oficialmente, os avanços registrados nas últimas semanas demonstram que o projeto do novo concurso vem sendo tratado como prioridade administrativa dentro do Tribunal. Primeiro foi instituído um Grupo de Trabalho responsável pelos estudos técnicos e pelo planejamento da futura seleção. Na sequência, foi criada a Equipe de Planejamento da Contratação, responsável por conduzir os procedimentos necessários para a futura contratação da banca organizadora. Agora, um novo passo poderá ser dado no próximo dia 24 de julho, quando o Tribunal Pleno analisará a autorização para realização do concurso.
Para os candidatos que acompanham concursos dos Tribunais Regionais do Trabalho, trata-se de uma movimentação relevante. Na prática, o TRT-23 já percorreu etapas que normalmente antecedem a publicação dos editais na Justiça do Trabalho, ainda que a autorização definitiva dependa da deliberação dos desembargadores durante a sessão administrativa prevista para a próxima semana.
Resumo do concurso TRT-23
Item | Situação atual |
|---|---|
Órgão | Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região |
Estado | Mato Grosso |
Status | Em fase de planejamento |
Grupo de Trabalho | Instituído |
Equipe para contratação da banca | Instituída |
Autorização | Será analisada pelo Tribunal Pleno em 24 de julho |
Banca | Ainda não definida |
Cargos | Ainda não confirmados |
Escolaridade | A definir |
Vagas | A definir (expectativa de cadastro de reserva) |
Último concurso | 2022 |
Organizadora anterior | Fundação Carlos Chagas (FCC) |
O que aconteceu nos últimos dias?
Os acontecimentos ocorreram em sequência e ajudam a compreender por que o TRT-23 voltou ao radar dos concurseiros.
O primeiro avanço ocorreu com a publicação da Portaria TRT/DG/GP nº 0488/2026, que constituiu oficialmente o Grupo de Trabalho responsável pelo planejamento e organização do novo concurso público. Esse colegiado recebeu a missão de elaborar estudos técnicos, analisar a necessidade de provimento de cargos, estimar custos, preparar documentos administrativos e subsidiar eventual autorização da seleção pelo Tribunal Pleno.
Poucos dias depois, foi publicada a Portaria TRT/DG nº 0513/2026, designando a chamada Equipe de Planejamento da Contratação.
Essa segunda equipe possui uma função diferente da primeira.
Enquanto o Grupo de Trabalho cuida do planejamento geral do concurso, a Equipe de Planejamento da Contratação atua especificamente na preparação do processo administrativo que permitirá a contratação da instituição responsável pela organização do certame.
Em outras palavras, trata-se do grupo que elabora estudos técnicos, documentos de contratação, termos de referência e demais procedimentos necessários para que o Tribunal possa futuramente escolher sua banca examinadora. A própria portaria informa que o objetivo é a contratação de serviços técnicos especializados destinados à realização do concurso público para provimento e formação de cadastro de reserva de cargos efetivos do quadro permanente do Tribunal.
A criação desses dois grupos administrativos costuma representar uma das etapas iniciais mais importantes antes da publicação de um edital.
O que será decidido no dia 24 de julho?
O próximo marco ocorre na 7ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno, prevista para o dia 24 de julho de 2026, em Cuiabá.
Na pauta administrativa publicada pelo próprio TRT-23 consta expressamente o seguinte assunto:
Autorização para a realização de concurso público destinado ao provimento de cargos efetivos do quadro permanente de pessoal deste Tribunal, bem como à formação de cadastro de reserva.
Na prática, os desembargadores deverão apreciar os estudos produzidos pelo Grupo de Trabalho e decidir se autorizam oficialmente a continuidade do projeto do novo concurso.
Caso haja aprovação, o Tribunal poderá dar prosseguimento às etapas seguintes, como a contratação da banca organizadora, elaboração do edital e definição do cronograma do certame.
É importante destacar que, até a realização da sessão, o concurso ainda não está autorizado oficialmente. O que existe é a inclusão do tema na pauta do Tribunal Pleno, acompanhada de todas as providências administrativas já adotadas pelo órgão.
Essa diferença é importante para evitar interpretações equivocadas. Ainda não existe edital publicado, nem definição oficial de vagas ou cargos.
Por que esses atos administrativos chamam tanta atenção?
Os concursos dos tribunais federais normalmente seguem uma sequência administrativa relativamente semelhante.
Entre as etapas mais comuns estão:
levantamento das necessidades do órgão;
estudo orçamentário;
constituição de grupo de trabalho;
elaboração dos documentos técnicos;
autorização administrativa;
contratação da banca;
publicação do edital.
No caso do TRT-23, várias dessas fases já começaram a ser cumpridas.
Além disso, o concurso atual permanece válido até dezembro de 2026, o que explica por que o Tribunal trabalha simultaneamente com o planejamento do próximo certame enquanto o anterior ainda está vigente.
TRT-23 possui histórico de aproveitamento de cadastro de reserva
Outro aspecto que chama atenção dos candidatos é a tradição dos concursos dos tribunais federais de realizarem diversas nomeações ao longo da validade dos editais.
Embora o último concurso do TRT-23 tenha ofertado apenas quatro vagas imediatas, praticamente todas as especialidades contaram com formação de cadastro de reserva, permitindo futuras convocações conforme surgissem vacâncias e disponibilidade orçamentária.
Esse modelo é bastante comum no Poder Judiciário da União.
Em muitos casos, o número de nomeações durante a validade do concurso supera significativamente o quantitativo de vagas inicialmente previsto no edital.
Por isso, especialistas em concursos para carreiras de tribunais costumam orientar que o candidato não analise apenas o número inicial de vagas, mas também o histórico de convocações, a quantidade de cargos vagos e a política de reposição de pessoal adotada pelo órgão.
O TRT-23 e sua importância na Justiça do Trabalho
Criado pela Lei nº 8.430, de 8 de junho de 1992, o Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região exerce jurisdição em todo o Estado de Mato Grosso.
Como integrante da Justiça do Trabalho, o Tribunal é responsável pelo julgamento de conflitos decorrentes das relações de trabalho, compondo a estrutura do Poder Judiciário da União ao lado do Tribunal Superior do Trabalho (TST), dos demais Tribunais Regionais do Trabalho e dos juízes do trabalho.
Sua estrutura administrativa e judiciária é regulamentada por normas próprias, entre elas o Regimento Interno, além das resoluções administrativas que disciplinam o funcionamento das unidades do órgão.
Essa organização administrativa explica a necessidade da criação de grupos específicos para conduzir todas as etapas que antecedem a abertura de concursos públicos.
Por que quem sonha com carreiras de tribunais não deveria esperar o edital?
Quem acompanha concursos dos tribunais sabe que a concorrência costuma ser elevada.
O último concurso do TRT-23, organizado pela Fundação Carlos Chagas (FCC), registrou 22.272 inscrições, demonstrando o grande interesse pelas carreiras do Judiciário Federal.
Além disso, os editais dos tribunais normalmente apresentam conteúdos extensos, especialmente para cargos de Técnico e Analista Judiciário.
Esperar a publicação do edital significa disputar espaço com milhares de candidatos que já vêm estudando há meses — ou até anos.
Outro fator importante é que boa parte das disciplinas cobradas costuma permanecer relativamente estável entre um concurso e outro, permitindo que o candidato inicie sua preparação com base no último edital enquanto aguarda a definição oficial do próximo.
O que esperar de um futuro edital?
Até o momento, o TRT-23 ainda não divulgou quais cargos deverão integrar o próximo concurso. Essa definição dependerá dos estudos conduzidos pelo Grupo de Trabalho e da eventual autorização do Tribunal Pleno.
Entretanto, o último edital, publicado em 2022, pode servir como um importante parâmetro para quem deseja iniciar a preparação.
Na ocasião, a seleção foi organizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC) e contemplou vagas imediatas e formação de cadastro de reserva para diversas especialidades de Analista Judiciário e Técnico Judiciário, abrangendo áreas administrativas, jurídicas e de apoio especializado.
Entre os cargos ofertados estavam:
Analista Judiciário
Área Judiciária;
Oficial de Justiça Avaliador Federal;
Área Administrativa;
Contabilidade;
Tecnologia da Informação;
Biblioteconomia;
Psicologia;
Serviço Social;
Estatística;
Engenharia;
Medicina do Trabalho;
Enfermagem do Trabalho;
Fisioterapia;
Psiquiatria;
Odontologia.
Técnico Judiciário
Área Administrativa;
Tecnologia da Informação;
Enfermagem do Trabalho.
Embora não haja confirmação de que essas mesmas especialidades integrarão um futuro edital, elas representam um excelente ponto de partida para compreender a estrutura normalmente adotada pelo Tribunal.
Vacâncias reforçam a necessidade de reposição de servidores
Outro dado que chama atenção é o quantitativo de cargos vagos existente atualmente no quadro do TRT da 23ª Região.
Os levantamentos mais recentes apontam dezenas de cargos efetivos desocupados, distribuídos entre Técnicos, Analistas e cargos em extinção. As informações variam conforme a data da atualização do Portal da Transparência, mas todas indicam um cenário de necessidade de reposição de servidores.
Panorama atual
Cargo | Quantidade de cargos vagos* |
|---|---|
Técnico Judiciário | 21 |
Analista Judiciário | entre 15 e 16 |
Auxiliar Judiciário (cargo em extinção) | 5 |
*Os números podem variar conforme a data de atualização do Portal da Transparência utilizada como referência pelas publicações especializadas.
É importante destacar que a existência de cargos vagos não significa, automaticamente, que todas essas vagas serão ofertadas em concurso. A definição do quantitativo depende de diversos fatores, como disponibilidade orçamentária, necessidade administrativa e autorização do Tribunal.
Ainda assim, as vacâncias costumam ser um dos principais indicadores utilizados pelos candidatos para acompanhar a possibilidade de abertura de novos concursos.
Salários continuam entre os mais atrativos do Judiciário Federal
As carreiras do Poder Judiciário da União permanecem entre as mais disputadas do país, tanto pela estabilidade quanto pela remuneração.
Com o reajuste remuneratório em vigor a partir de julho de 2026, os vencimentos iniciais passaram para aproximadamente:
Cargo | Remuneração inicial |
|---|---|
Técnico Judiciário | R$ 9.776,74 |
Analista Judiciário | R$ 16.041,21 |
Além do vencimento básico, os servidores contam com benefícios previstos para o Judiciário Federal, como auxílio-alimentação, assistência pré-escolar, auxílio-saúde e outros previstos na legislação vigente.
Em algumas especialidades, como Oficial de Justiça e Polícia Judicial, a remuneração pode ser superior em razão das gratificações específicas previstas para essas carreiras.
O que costuma cair nas provas?
Embora um futuro edital ainda não tenha sido divulgado, o conteúdo programático do concurso de 2022 oferece um excelente direcionamento para os estudos.
Para a maioria dos cargos, a prova foi dividida entre conhecimentos básicos e conhecimentos específicos.
Entre as disciplinas comuns estavam:
Língua Portuguesa;
Matemática e Raciocínio Lógico;
Legislação.
Já os conhecimentos específicos variavam conforme cada área, abrangendo matérias como:
Direito Constitucional;
Direito Administrativo;
Direito do Trabalho;
Direito Processual do Trabalho;
Administração Pública;
Gestão de Pessoas;
Orçamento Público;
Tecnologia da Informação;
Contabilidade;
disciplinas técnicas de cada especialidade.
Além das provas objetivas, alguns cargos também contaram com prova discursiva, reforçando a necessidade de uma preparação completa desde o início da jornada.
Por que começar a estudar antes do edital?
Essa é uma das perguntas mais frequentes entre quem pretende ingressar nas carreiras dos tribunais.
A resposta passa por uma característica comum aos concursos do Poder Judiciário: o elevado nível de competitividade.
Quando o edital é publicado, boa parte dos candidatos que conquistam as primeiras colocações já possui uma base consolidada nas principais disciplinas.
Isso acontece porque matérias como Português, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Administração Pública e Raciocínio Lógico aparecem repetidamente em concursos de tribunais, permitindo que o candidato construa conhecimento de forma gradual.
Outro fator importante é que a preparação antecipada permite:
estudar com maior profundidade;
realizar revisões periódicas;
resolver milhares de questões da banca;
desenvolver técnica para provas objetivas;
praticar redação e questões discursivas;
acompanhar eventuais alterações legislativas sem a pressão do edital publicado.
Quando o cronograma oficial é divulgado, quem já iniciou a preparação normalmente utiliza esse período apenas para ajustes finais e intensificação das revisões.
Como o Focus Concursos pode ajudar na sua preparação?
Os concursos dos Tribunais Regionais do Trabalho exigem planejamento, constância e material atualizado.
Pensando nisso, o Focus Concursos acompanha diariamente todas as movimentações dos principais concursos do país, produzindo notícias, análises e conteúdos voltados especialmente para quem sonha com uma carreira no serviço público.
Além da cobertura jornalística, o aluno encontra uma preparação completa para concursos de tribunais, com recursos que auxiliam desde quem está começando até candidatos que já estudam há mais tempo.
Entre os diferenciais estão:
videoaulas completas e atualizadas;
professores especializados em carreiras de tribunais;
materiais em PDF;
milhares de questões comentadas;
simulados;
resolução de provas anteriores;
acompanhamento das principais bancas organizadoras;
planejamento de estudos;
atualizações conforme mudanças na legislação e nos editais.
A preparação antecipada pode representar um diferencial importante em concursos de alta concorrência, especialmente quando o edital é publicado com prazo reduzido entre a divulgação e a aplicação das provas.
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Cronologia dos principais acontecimentos
Data | Fato |
|---|---|
Janeiro de 2026 | Tribunal informa que trabalha no planejamento do novo concurso. |
1º de julho de 2026 | Instituição do Grupo de Trabalho para planejamento e organização do certame. |
13 de julho de 2026 | Publicação da Portaria que designa a Equipe de Planejamento da Contratação da banca organizadora. |
24 de julho de 2026 | Tribunal Pleno deverá analisar a autorização para realização do concurso público. |
Acompanhe todas as novidades do TRT-23
O cenário do concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região entrou em uma fase importante de preparação. A criação do Grupo de Trabalho, a instituição da equipe responsável pela futura contratação da banca e a inclusão da autorização do concurso na pauta do Tribunal Pleno demonstram que o assunto avança administrativamente, ainda que o edital dependa de aprovação oficial.
Enquanto os próximos passos são aguardados, os candidatos têm uma oportunidade valiosa para fortalecer a preparação e construir uma base sólida nas disciplinas tradicionalmente cobradas pelas carreiras dos tribunais.
O Focus Concursos continuará acompanhando cada movimentação do TRT-23 e divulgará, em primeira mão, todas as atualizações sobre autorização, definição da banca, publicação do edital, cargos, vagas, remunerações e cronograma da seleção.
Se o seu objetivo é conquistar uma vaga no Judiciário Federal, este é o momento ideal para transformar expectativa em preparação. Quando o edital finalmente for publicado, quem começou antes certamente estará em melhores condições para enfrentar uma das seleções mais concorridas do país.
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Perguntas frequentes
Quando o Tribunal Pleno do TRT-23 vai analisar a autorização do novo concurso?
O Tribunal Pleno do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23) analisará a autorização para a realização do concurso no próximo dia 24 de julho.
Esta análise ocorrerá durante a 7ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno, em Cuiabá.
Quantas vagas estão previstas para o concurso TRT-23?
Até o momento, o número exato de vagas para o concurso TRT-23 está a definir. Há uma expectativa de formação de cadastro de reserva.
Dados recentes do Portal da Transparência indicam que o TRT-23 possui:
- Técnico Judiciário: 21 cargos vagos
- Analista Judiciário: entre 15 e 16 cargos vagos
- Auxiliar Judiciário: 5 cargos vagos (em extinção)
É importante ressaltar que a existência de cargos vagos não significa que todos serão ofertados no concurso.
Quais os cargos previstos para o concurso TRT-23?
Os cargos que integrarão o próximo concurso do TRT-23 ainda não foram confirmados oficialmente. Essa definição dependerá dos estudos conduzidos pelo Grupo de Trabalho e da autorização do Tribunal Pleno.
No entanto, o último edital do TRT-23, publicado em 2022, pode servir como parâmetro, tendo ofertado cargos de Analista Judiciário (diversas especialidades como Judiciária, Oficial de Justiça, Administrativa, Contabilidade, Tecnologia da Informação, entre outras) e Técnico Judiciário (Área Administrativa, Tecnologia da Informação, Enfermagem do Trabalho).
Qual a banca organizadora do concurso TRT-23?
A banca organizadora para o próximo concurso do TRT-23 ainda não foi definida.
Uma Equipe de Planejamento da Contratação já foi instituída com a função de preparar o processo administrativo para a futura contratação da instituição responsável pela organização do certame.
O último concurso do TRT-23, realizado em 2022, foi organizado pela Fundação Carlos Chagas (FCC).
Qual o salário inicial dos cargos no concurso TRT-23?
Com o reajuste remuneratório em vigor a partir de julho de 2026, os vencimentos iniciais para os cargos do TRT-23 são:
- Técnico Judiciário: R$ 9.776,74
- Analista Judiciário: R$ 16.041,21
Além do vencimento básico, os servidores contam com benefícios previstos para o Judiciário Federal, como auxílio-alimentação, assistência pré-escolar e auxílio-saúde.
O que costuma cair nas provas do concurso TRT-23?
Embora um futuro edital para o concurso TRT-23 ainda não tenha sido divulgado, o conteúdo programático do concurso de 2022 oferece um excelente direcionamento para os estudos.
Para a maioria dos cargos, a prova foi dividida entre conhecimentos básicos e conhecimentos específicos.
- As disciplinas comuns de conhecimentos básicos incluíam: Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico, Legislação.
- Os conhecimentos específicos variavam conforme a área, abrangendo matérias como: Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho.